POLÍTICA

Projeto de Antonio Vaz leva Banco Vermelho às ruas para reforçar combate à violência contra a mulher

Deputado estadual propõe ampliar ações do Agosto Lilás com instalação de bancos vermelhos em espaços públicos e campanhas de conscientização em Mato Grosso do Sul

Durante a sessão ordinária, o deputado estadual Antonio Vaz (Republicanos) apresentou o Projeto de Lei 182/2025, que amplia o alcance da campanha Agosto Lilás em Mato Grosso do Sul. A proposta oficializa na legislação estadual a inclusão do Projeto Banco Vermelho Gigante e outras ações de impacto em locais públicos como ferramentas estratégicas para o enfrentamento à violência contra a mulher.

O Banco Vermelho, promovido pelo Instituto Banco Vermelho, consiste na instalação de bancos pintados de vermelho em áreas de grande circulação, acompanhados de mensagens de alerta e contatos de emergência, como o disque 180 e os canais da Casa da Mulher Brasileira. O símbolo busca promover uma conscientização permanente sobre o feminicídio.

Além disso, o projeto prevê a realização de ações educativas em escolas, universidades, rodoviárias, aeroportos e outros espaços públicos, ampliando o diálogo sobre a temática de gênero. Também estão previstas premiações para os melhores projetos voltados ao enfrentamento da violência contra a mulher e à reintegração das vítimas.

“O objetivo é fortalecer as políticas públicas de prevenção e combate à violência contra a mulher, alinhando as iniciativas estaduais às já reconhecidas em âmbito federal. O Banco Vermelho é uma ferramenta simbólica e educativa fundamental para alertar a sociedade sobre a gravidade do feminicídio e da violência de gênero”, afirmou Antonio Vaz.

O parlamentar destacou que a proposta atualiza a Lei nº 4.969/2016, que instituiu o Agosto Lilás no estado e o programa “Maria da Penha vai à Escola”. “Com um feminicídio registrado a cada seis horas no Brasil, é urgente ampliar as ações de prevenção e conscientização”, completou.

O Projeto de Lei 182/2025 seguirá para análise na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), antes de ser apreciado em plenário

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Foto: Assessoria


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