POLÍTICA

Juscinei Claro destaca origem humilde, defende Gringo e diz que reeleição “é histórica” em Sidrolândia

Vereadora exalta trajetória política, rebate críticas e afirma fidelidade ao grupo: “Não me vendo nunca”

Durante a sessão que confirmou a reeleição de Otacir Figueiredo, o “Gringo”, para a presidência da Câmara de Sidrolândia, a vereadora Juscinei Claro (PP) fez um discurso marcado por emoção, defesa do grupo político e críticas a opositores.

Ao iniciar sua fala, Juscinei cumprimentou os colegas parlamentares e o público, além de agradecer pela oportunidade de participar da nova Mesa Diretora. Em seguida, destacou o caráter inédito da reeleição de Gringo.

“Nunca houve na história de Sidrolândia um presidente eleito por três vezes. Isso mostra quem o senhor é e a luta que o senhor tem”, afirmou.

A vereadora também projetou um futuro político promissor para o presidente da Câmara que se canditará a deputado estadual, reforçando sua confiança na liderança de Gringo.

“O senhor ainda vai ser grande, tem muito pela frente”, disse.

Durante o discurso, Juscinei abordou críticas que, segundo ela, vêm sendo direcionadas ao seu nome, e relacionou essas reações à trajetória de seu irmão, Gerson Claro, atual presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul.

“Não é por causa da Juscinei. É por causa de uma pessoa que veio de baixo, lutou e chegou onde está. Tem gente que não consegue aceitar que o pobre possa chegar lá em cima”, declarou.

A parlamentar defendeu a ascensão social por meio do trabalho e afirmou que críticas fazem parte do processo político, mas não devem desviar o foco.

“O pobre pode chegar onde quiser, desde que batalhe”, completou.

Juscinei também fez questão de destacar sua postura política, afirmando que mantém fidelidade aos compromissos assumidos e ao grupo ao qual pertence.

“Se eu falei que estou com o grupo, eu vou até o final. Não me vendo nunca”, afirmou.

Em tom de experiência, a vereadora ainda comentou sobre a imprevisibilidade das eleições internas no Legislativo, ressaltando que o resultado só deve ser considerado após a confirmação oficial.

“Depois que sai a votação, aí sim você pode dizer quem é presidente ou secretário. Antes disso, tudo pode mudar”, explicou.

Ao encerrar, deixou uma mensagem de reflexão sobre princípios e consequências.

“Se for injusto com você, continue fiel aos bons princípios. A semente é opcional, mas a colheita é obrigatória”, concluiu.

A fala da vereadora reforça o clima político intenso em torno da eleição da Mesa Diretora e evidencia que, além das articulações internas, o cenário segue marcado por disputas, posicionamentos firmes e forte carga simbólica ligada à representatividade e trajetória pessoal dos envolvidos.

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Foto: Reprodução

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