Em missão internacional junto ao governador, presidente da Alems diz que exportações de produtos como a tilápia e itens da Seara de Sidrolândia começam a despontar; o estado já atrai fundo com mais de US$ 320 bilhões em investimentos

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (Alems), deputado Gerson Claro (PP), voltou à tribuna nesta terça-feira (20) diretamente de uma missão oficial à Ásia — ao lado do governador Eduardo Riedel (PSDB) — e fez um alerta expressivo: o estado, até então, “não aparecia no mapa” diante do comércio internacional.
Durante uma agenda intensa que percorreu países como Índia, Japão e Singapura, a comitiva apresentou os potenciais sul-mato-grossenses em setores como energia limpa, infraestrutura, logística, carne bovina e tilápia. Neste contexto, Gerson Claro destacou que produtos da Seara de Sidrolândia já começaram a se fazer presentes nesses mercados distantes — um símbolo concreto do protagonismo regional.
Além disso, o parlamentar citou com otimismo o interesse de um fundo internacional que administra mais de US$ 320 bilhões em possíveis investimentos no estado.
Mas ele não deixou de apontar um problema grave: a autossabotagem que MS pratica ao pautar internamente temas negativos como queimadas, enquanto pouco fala sobre suas conquistas ambientais. “Este ano vocês ouviram alguma notícia sobre queimadas em Mato Grosso do Sul? Não, porque não teve. Mas isso ninguém fala lá fora”, lamentou.Ele reforçou que leis como a do Pantanal e políticas de carbono neutro ainda não são valorizadas nem conhecidas adequadamente no exterior.
Para o legislador, o aprendizado da missão é claro: “Temos de falar das boas práticas… quando tiver coisa boa, sair falando do nosso Estado e do nosso Brasil”
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Foto: Divulgação


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