POLÍTICA

Casas populares em Sidrolândia: dois vereadores fogem da responsabilidade e se abstêm de votar

Vereadores Lê da Obra e Elaine Souza preferiram não se posicionar em votação decisiva sobre mudanças no zoneamento urbano

Durante a votação do Projeto de Lei Complementar nº 09/2025, que altera as regras de zoneamento e reduz a metragem dos lotes destinados a casas populares em Sidrolândia, dois vereadores chamaram a atenção não pelo voto, mas pela falta dele.

Os parlamentares Lê da Obra e Elaine Souza optaram pela abstenção, deixando de assumir posição em uma das pautas mais polêmicas e importantes da legislatura.

Para muitos, a postura soa como uma fuga de responsabilidade. Afinal, os vereadores estão no cargo para representar a população e tomar decisões em momentos cruciais. Ao se abster, acabam transmitindo a ideia de indecisão e fragilidade política diante de um projeto que mexe diretamente com o futuro da habitação popular e do crescimento urbano da cidade.

Enquanto isso, a base governista comemorou a aprovação, a oposição marcou posição contrária, mas os dois parlamentares ficaram em cima do muro — justamente quando a sociedade mais esperava clareza.

Votação

Na votação, oito vereadores se posicionaram a favor: Carol Terra, Izaqueu Diniz, Joana Mishalski, Juscinei Claro, Márcio Kbça, Shirlei Basso, Zotti e Adavilton.

Dois parlamentares foram contrários: Cledinaldo Cotócio e a vereadora Edilaine Tavares (PT), que se destacou pela firme oposição à proposta.

Já os vereadores Lê da Obra e Elaine Souza optaram pela abstenção.

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Foto: Divulgação


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