Cidade sul-mato-grossense integra relação com 417 nomes em cadastro nacional de condenações por atos ilícitos

Em meio à polêmica que atinge todo o Mato Grosso do Sul, a cidade de Sidrolândia surge como pauta relevante: o nome do ex-prefeito Daltro Fiuza consta na “lista suja” de atos de improbidade administrativa, inscrito no Cadastro Nacional de Condenações Cíveis do Conselho Nacional de Justiça. A relação, que reúne 417 políticos, servidores e empresas do estado, apresenta indivíduos condenados por desvios, irregularidades em contratos públicos e práticas ilegais que atingem o erário.
O cadastro inclui ainda empresários, servidores públicos, policiais civis e até pessoas já falecidas, como o ex-prefeito de Aparecida do Taboado, Djalma Lucas Furquim, que morreu este ano aos 71 anos, e o espólio do ex-prefeito de Dourados, Ari Artuzi.
No cenário estadual, dos 417 registros, 344 foram julgados na esfera estadual e 73 pela Justiça Federal. Na lista aparecem ainda ex-prefeitos de municípios como Campo Grande — Alcides Bernal e Gilmar Olarte —, cada um com múltiplos processos.
Ao todo, 344 condenações foram aplicadas pela Justiça Estadual e 73 pela Justiça Federal. O banco de dados do CNJ reúne processos cadastrados desde, pelo menos, 2001 e pode ser acessado aqui.
Além de permitir a consulta por qualquer pessoa ou instituição, o cadastro é usado pela Justiça Eleitoral para aplicar a Lei da Ficha Limpa e também serve de referência para órgãos da administração pública verificarem a idoneidade de empresas e indivíduos antes de firmarem contratos ou parcerias.
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Foto: Divulgação/Reprodução


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