Juliana Paula da Silva alega necessidade de cuidar de dois filhos menores, sendo um com necessidades especiais; investigação aponta esquema de lavagem de dinheiro

A Justiça analisa o pedido de liberdade provisória feito por Juliana Paula da Silva, presa dure Ueverton da Silva Macedo, conhecido como “Frescura”, também detido na mesma ação.
No pedido apresentado à Justiça, Juliana argumenta que precisa responder ao processo em liberdade para cuidar dos dois filhos menores de 12 anos, sendo que um deles possui necessidades especiais. A defesa sustenta que a presença da mãe é essencial para garantir o acompanhamento e a assistência à criança.
A Operação Camuflagem é um desdobramento da Operação Tromper, que revelou um amplo esquema de corrupção e fraudes em contratos públicos no município. Nesta nova fase, cinco pessoas foram presas sob acusação de participação em esquema de lavagem de dinheiro.
Segundo as investigações, o grupo utilizava contas bancárias de terceiros e empresas registradas em nome de comparsas para ocultar valores considerados de origem ilícita. A apuração aponta que a estratégia tinha como objetivo dificultar o rastreamento dos recursos.
O Ministério Público sustenta que a estrutura criminosa atuava de forma organizada, utilizando “laranjas” e empresas de fachada para movimentar o dinheiro. A defesa dos investigados ainda não se manifestou oficialmente sobre o mérito das acusações.
A decisão sobre o pedido de liberdade provisória deverá considerar tanto os argumentos apresentados pela defesa quanto os elementos reunidos durante a investigação.
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Foto: Rodrigo Santos / Midiamax


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